Hora de Investir em Imóveis Comerciais

  

Em alta, mercado de imóveis comerciais pode ser um ótimo investimento. O mercado de imóveis é uma opção bastante rentável e segura na hora de fazer investimentos. A expansão do setor imobiliário em todo país, principalmente em São Paulo, tornou a aquisição de imóveis comerciais para venda e locação atrativa.

Fonte: www.odocumento.com.br.

De acordo com o Índice Geral do Mercado Imobiliário-Comercial (IGM-C), divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), a taxa de retorno de investimentos de imóveis comerciais no Brasil, no primeiro trimestre foi de 5% se comparado ao último trimestre do ano passado.

Quando foi lançando, em fevereiro, o índice apresentou uma série histórica, de 25% na média de rentabilidade de empreendimentos comerciais em 2010. Com a atualização, a taxa de retornou médio ficou em 23,7% de janeiro a março deste ano. Segundo o presidente do Sindicato do das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais, Comerciais e Condomínios de Cuiabá e Várzea Grande (Secovi- MT), Marcos Pessoz, investir em imóveis deste setor é seguro e menos sensível à influência de crises econômicas. “A vantagem maior para o investidor hoje é a rentabilidade – que está acima do residencial”, destaca, acrescentando que, além disso, na hora de negociar com o inquilino o acordo é mais rápido. “Existe maior facilidade de negociação entre as partes”. Informamos que o mercado de imóveis comerciais deve continuar em expansão. “Seguimos a tendência nacional, também devido às mudanças no setor de financiamento. As facilidades de negociação e financiamento são maiores e as regras para esse segmento são quase as mesmas do residencial”.

Quanto aos cuidados que o na hora de escolher o imóvel, o presidente do Secovi-MT, é taxativo: localização, estacionamento e idoneidade da construtora. “O diferencial de um imóvel comercial é, principalmente, a sua localização, portando, esse é um dos quesitos básicos que devemos atentar. Outro fator que se deve levar em conta é o espaço para estacionamento, tanto para o dono como para os seus clientes. Além disso, é preciso conhecer e se informar sobre a empresa construtora”.

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Pesquisa de imóveis do Ibope 2011!!!

Veja a pesquisa que mostra que em São Paulo de 2010 a 2011, o preço médio dos imóveis novos cresceu 31%, e dos imóveis usados cresceu 28%!!!

Saiba Mais: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/infograficos/noticias/pesquisa-de-imoveis-do-ibope-2011/

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Mercado imobiliário brasileiro deve vender ainda mais neste ano

Mesmo com a alta dos preços de imóveis no ano passado, o volume de vendas superou a expectativa de vendas do mercado. Devido a facilidade da concessão de crédito para financiamentos e até mesmo as condições facilitadas de pagamento, o que foram com certeza alguns dos fatores que estimularam as compras no ano passado.

E quem investiu na aquisição de imóveis pode comemorar. Afinal, o cenário do mercado imobiliário no geral, para os próximos anos é bastante promissor. Os imóveis devem manter a média de valorização de no mínimo 14% para os empreendimentos econômicos e estima-se ainda mais para os imóveis de alto padrão.

O fator de cada dia mais os compradores enxergarem a aquisição de um imóvel como um investimento para a vida inteira, no qual ele não tem perda, afinal, a valorização é certa. Portanto, estamos bastante otimistas para as vendas neste ano que devem bater as metas de 2010, concentrando-se no mercado de imóveis comerciais e residenciais, sem contar com o mercado de locação, em franco aquecimento.

Valorização

Para se ter uma ideia, o preço do metro quadrado na região nobre de São Paulo, bateu todos os índices das outras cidades metropolitanas do Brasil, com várias pesquisas publicadas, o que representa uma valorização imensa. Nos bairros ao redor também registrraram-se bons resultados.

Em relação às áreas e terrenos, uma das maiores valorizações está no fato de que fica a difícil hoje achar um terreno a venda nos principais pontos da cidade..

“A cidade tem a maior arrecadação do Estado e concentra onde estão as sedes das grandes empresas, e os centros comerciais mais importantes do Brasil. Com o aquecimento da economia do mercado paulista e as fortes atividades industriais, os terrenos estão cada dia mais valorizados e o nosso leque de trabalho ainda melhor”.

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ALUGUEL SOBE MAIS QUE INFLAÇÃO

Inflação do aluguel sobe 0,66% na segunda prévia de maio
18/05/2011 – 9h05
Economia
Por Thais Leitão
Repórter da Agência Brasil

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que serve de referência para reajustes em contratos de aluguel, ficou em 0,66% na segunda prévia de maio. O resultado supera o observado no mesmo período do mês anterior, quando a variação foi de 0,55%.

De acordo com dados divulgados hoje (18) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o indicador acumula no ano alta de 3,57%; já nos últimos 12 meses, a elevação acumulada é de 10,03%.

Entre os subíndices que compõem o IGP-M, apenas o que mede a evolução dos preços no atacado diminuiu entre as duas apurações. Na segunda leitura de maio, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), responsável por 60% da taxa global, ficou em 0,40% depois de registrar 0,51% um mês antes. O resultado foi influenciado pela queda nos preços dos alimentos processados, cuja taxa passou de 0,96% para -0,85%. Também ficaram mais baratas algumas matérias-primas brutas, como algodão em caroço (de -1,69% para -21,49%), soja em grão (de -1,24% para -3,45%) e laranja (de -9,52% para -21,35%).

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que responde por 30% do IGP-M, aumentou de 0,65% para 0,97%. Seis das sete classes de despesa componentes do IPC registraram acréscimos em suas taxas de variação, com destaque para o grupo alimentação (de 0,64% para 1,09%). Nesta classe de despesa, as maiores pressões partiram de hortaliças e legumes (de 2,71% para 5,92%), panificados e biscoitos (de -0,37% para 0,73%) e laticínios (de 1,48% para 2,40%).

Também pesaram mais no bolso do consumidor vestuário (de 0,97% para 1,61%), habitação (de 0,31% para 0,71%), saúde e cuidados pessoais (de 0,72% para 1,11%), despesas diversas (de 0,29% para 0,48%) e educação, leitura e recreação (de 0,29% para 0,31%).

Último índice que compõe o IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também subiu entre os dois levantamentos ao passar de 0,50% para 1,67%. Ficaram mais caros os materiais, equipamentos e serviços (de 0,27% para 0,50%) e o custo da mão de obra (de 0,74% para 2,90%). O INCC representa 10% da taxa global.

Para calcular a segunda prévia do IGP-M de maio, foram coletados preços entre os dias 21 de abril e 10 de maio.

Link: http://agenciabrasil.ebc.com.br

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Os imóveis favoritos dos estrangeiros em São Paulo

Franceses, alemães, holandeses, americanos e japoneses buscam diferentes tipos de residência quando decidem morar no Brasil, saiba mais sobre isso, lendo o artigo de Gabriela Ruic, de Cristina Novinsky

Localizado no Itaim, aluguel de um apartamento como o da foto pode atingir 60 mil reais

São Paulo – O Brasil é um dos países que mais atraem investimentos estrangeiros. Com a valorização do real e o bom momento da economia, cada vez mais empresas de outros países investem em solo brasileiro. Trazer de fora muitos dos executivos que serão responsáveis pelas operações é um passo natural. Por ser o maior centro econômico, a cidade de São Paulo é um dos principais destinos dos profissionais que vão atuar em bancos de investimentos, empresas de tecnologia, construção civil e outros.

Um dos segmentos que se beneficia desse fluxo migratório é o imobiliário. Afinal, que vem ao Brasil precisa de um teto. Com a intenção de atrair os melhores talentos para fincar raízes no país, empresas estão dispostas a pagar caro pelo conforto de seus executivos. Diretora da Anglo Americana Imóveis, especializada em atender a demanda das empresas estrangeiras e seus executivos em São Paulo, Sílvia Makansi explica que os expatriados procuram, antes de qualquer coisa, um imóvel confortável e seguro. “Os valores dependem do pacote de expatriação oferecido pela companhia. São elas que definem qual o valor de aluguel a ser pago”, diz.

Em geral, o valor dos aluguéis pode ir de 4.000 reais mensais para cargos de gerência até cerca de 12.000 reais para um funcionário do alto escalão. Imóveis de alto padrão acabam, naturalmente, sendo a preferência entre os futuros inquilinos e os bairros escolhidos também variam em função da proximidade com o local de trabalho, a presença de escolas internacionais na região, arborização, segurança e até a possibilidade de uma vida noturna agitada pra quem vem em carreira solo.

Preferências:

Quem chega sozinho à capital paulista vem atrás de agito e badalação. Este público, independentemente da nacionalidade, acaba se fixando na região dos Jardins ou de Moema. Buscam flats modernos, de fácil manutenção, com acesso a serviços como lavanderia e limpeza, decorados com charme e já mobiliados, descreve a diretora.

Já quem traz a família busca, antes de mais nada, conforto logístico. Ou seja, uma morada que seja próxima ao trabalho e boas escolas, preferencialmente internacionais. “Geralmente eles chegam à imobiliária muito bem informados sobre o trânsito da cidade e priorizam locais com fácil acesso”, conta Sílvia.

O bairro favorito das famílias francesas, por exemplo, é a região da Vila Mariana, Parque Ibirapuera, Vila Nova Conceição e Moema, pela proximidade com uma tradicional escola bilíngue francesa. Segundo Sílvia, os franceses vêm geralmente muito bem informados acerca dos bairros da cidade e alguns inclusive já vêm com o local na cabeça. Ela nota também que os franceses são um pouco menos preocupados com segurança, mas prezam por casas espaçosas, com direito a um bom jardim e piscina para aliviar o calor.

No caso dos americanos, o processo de escolha é um pouco mais complexo. Além de priorizarem a proximidade com o local de trabalho, a maioria das empresas para as quais trabalham proíbe que seus funcionários aluguem residências fora de condomínios fechados. A maioria das companhias contrata agências de controle de risco para que a área na qual o imóvel se encontra seja mapeada e avaliada quanto à segurança. A região dos Jardins e Moema são as preferidas deste público.

Famílias oriundas dos Países Baixos, segundo Sílvia, procuram imóveis com boa iluminação. Por conta do inverno longo e de dias curtos em sua terra natal, holandeses, por exemplo, chegam aos trópicos procurando um lar com janelas grandes e muita luz. A maioria opta por apartamento.

Quanto aos alemães, há uma tendência de se fixar em bairros já conhecidos por terem abrigado em outros tempos imigrantes. O Alto da Boa Vista, por exemplo, recebeu na década de 50 uma leva de imigrantes alemães. O bairro ainda hoje exibe traços da colonização e faz com que os expatriados sintam-se acolhidos. Escolas e restaurantes de origem alemã, fora o fato de ser um bairro arborizado e com uma boa oferta de casas, imóveis preferidos deste público, são os grandes atrativos da região.

Nem mesmo executivos que vem da terra do sol nascente, o Japão, chegam a São Paulo sem ter um local previamente escolhido. Os japoneses, explica Sílvia, tem um grande apreço pelo bairro do Paraíso, que se justifica pela quantidade de restaurantes orientais e a presença da colônia no bairro vizinho da Liberdade. Curiosamente, de acordo com Sílvia, a maioria tem como requisito apartamentos cuja suíte seja munida de banheira.

fonte: http://ibeinstituto.webnode.com.br/news/os%20imoveis%20favoritos%20dos%20estrangeiros%20em%20s%c3%a3o%20paulo/

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Mercado Aquecido!!!

Hoje cada vez mais temos a certeza de que os imóveis são uma das melhores formas de investimento. Prova disso, é o fato de que com menos terrenos e mais pessoas no mesmo lugar, cada vez sobe mais o preço dos imóveis em São Paulo. E ao contrário do que muitos dizem a anos, não me parece que haverá queda nos preços! Que pelo visto vão continuar aquecendo o mercado!!!

                                                                             Caroline Gitti

Vejam a matéria do Jornal: Folha de São Paulo  

http://classificados.folha.com.br/imoveis/912576-na-maior-parte-dos-distritos-de-sao-paulo-o-tres-quartos-custa-mais-de-r-400-mil.shtml

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Construtoras brasileiras têm 7 dos 10 maiores lucros das Américas em 2010

Entre as dez construtoras de edifícios residenciais de capital aberto mais lucrativas em 2010 da América Latina e Estados Unidos, sete são brasileiras, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (6) pela consultoria Economatica.

Lucro líquido em 2010
EMPRESA LUCRO (US$ MILHÕES)
PDG Realt (Bra) 473,9
Walter Ind (EUA) 385,8
MRV (Bra) 380,8
Cyrela Realt (Bra) 360,3
Gafisa (Bra) 249,7
Brookfield (Bra) 218,3
Rossi (Bra) 209,9
NVR  (EUA) 206
Urbi Desarrollos (México) 152
Even (Bra) 151,5
Fonte: Economatica

 A brasileira PDG Realt está em primeiro lugar no ranking, com lucro de US$ 473,9 milhões no ano de 2010. A MRV é outro destaque, no terceiro lugar, com US$ 380,8 milhões. Há ainda duas empresas dos Estados Unidos e uma do México na lista.

No quesito vendas, a empresa com maior volume foi a Pulte Homes, dos EUA, com US$ 4,4 bilhões. A primeira brasileira da lista, nesse caso, é a PDG Realt, na terceira posição, com US$ 3,1 bilhões. A Cyrela Realty ocupa a quinta colocação, com US$ 2,9 bilhões.

Em relação à receita, entre as dez primeiras em 2010, há cinco empresas do Brasil, quatro norte-americanas, e uma do México.

A consultoria também fez um ranking levando em conta a margem liquida das empresas, considerando aquelas com patrimônio liquido superior a US$ 1 bilhão. Nesse caso, a MRV, com margem de 21% em 2010, é a empresa mais bem posicionada do setor. A segunda colocada é a PDG Realt com 15%.

Entre as dez empresas com melhor margem liquida da América Latina e dos Estados Unidos, há seis empresas brasileiras, três dos EUA e uma do México, afirma a Economatica.

Valor de mercado
A empresa dos EUA Walter Ind tem o maior valor de mercado do setor, com US$ 7,5 bilhões. A segunda colocada é a brasileiras PDG Realt, com US$ 6,7 milhões.

Entre as dez maiores empresas por valor de mercado encontramos quatro empresas brasileiras e seis dos EUA.

Variação das ações em 2011
A ação com melhor desempenho no ano de 2011 até terça-feira (5) é a ação ordinária da brasileira JHSF Part (JHSF3), com 23,7% de valorização. Entre as dez ações mais valorizadas em 2011, há cinco ações brasileiras, quatro dos EUA e uma do Chile.

Entre as dez ações mais desvalorizadas, há quatro ações de empresas brasileiras, quatro dos EUA e duas do México. Para o ranking de rentabilidade, a Economatica afirma que foram consideradas somente ações com presença em 100% dos pregoes no ano de 2011 até o dia 5 de abril.
 Do G1, em São Paulo

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Preços de imóveis novos disparam, com alta de até 42% em um ano em SP

SÃO PAULO – Os imóveis residenciais novos, tanto os de classe média como os empreendimentos de alto padrão, tiveram forte valorização este ano na cidade de São Paulo. Pesquisa da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) revela que o preço do metro quadrado de imóveis de dois dormitórios subiu 42,86% no 1.º quadrimestre na comparação com o mesmo período de 2009. No caso de dois e três dormitórios, a alta foi de 27%.

A alta dos preços do metro quadrado entre janeiro e abril superou de longe a valorização obtida em outros ativos. Segundo cálculos do administrador de investimentos Fabio Colombo, o capital investido no período em certificados de depósito interbancário (CDI) se valorizou 9,19% e na caderneta de poupança, 6,68%, Já os recursos aplicados em ouro tiveram desvalorização de 6,84% e no dólar houve uma retração de 23,83%.

Apenas as aplicações na bolsa, sustentadas pelo bom desempenho da economia, tiveram valorização superior à dos imóveis (74,17%). Os cálculos foram feitos a pedido do Estado, com base na cotação dos investimentos do último dia útil de fevereiro deste ano, comparada com a mesma data de 2009.

“Os preços dos imóveis em São Paulo estão chegando ao topo”, afirma o diretor da Embraesp, Luiz Paulo Pompéia. Ele aponta alguns fatores que, na sua opinião, estariam sustentando a surpreendente valorização dos preços dos apartamentos e casas novas. O primeiro deles é a escassez de terrenos na cidade de São Paulo em razão da mudanças no plano diretor, que, pelas novas regras, reduziu pela metade a disponibilidade de áreas para erguer edifícios.

Além disso, como a maioria das construtoras abriu recentemente o capital e arrecadou grandes somas de dinheiro no mercado, a corrida dessas companhias para fazer um grande banco de terrenos inflacionou os preços.

O ambiente econômico, com o crescimento da renda, do emprego e do crédito, especialmente o imobiliário, também contribuiu para a aceleração das vendas de imóveis novos. Nas contas do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Sergio Watanabe, entre recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e da caderneta de poupança, serão injetados perto de R$ 70 bilhões de crédito para compra de imóveis neste ano, uma cifra recorde.

Investidores

Diante da grande valorização, Pompéia observa que está havendo um forte movimento de investidores no setor imobiliário residencial, o que de certo modo contribuiu para a manutenção de preços dos ativos em níveis levados. “São investidores nacionais e estrangeiros que compram imóveis na planta visando a uma valorização até o término da construção, isto é, em 18 meses em média.”

Na Fernandez Mera Negócios Imobiliários, um terço das vendas de imóveis novos neste ano foram para investidores, conta o diretor Fabio Soltau. Ele observa que a mudança na Lei do Inquilinato prevê a retirada do inquilino inadimplente em 90 dias, recuperou o valor dos aluguéis e fez do imóvel um bom investimento.

Animado com o desempenho do mercado, Soltau diz que a sua empresa registrou crescimento superior a 50% nas vendas de imóveis de um e dois dormitórios entre janeiro e maio deste ano em relação a igual período de 2009. Neste ano, a imobiliária vai ampliar em 70% o número de lançamentos ante 2009.

A construtora Gafisa é outra que pisou no acelerador. No primeiro trimestre, a empresa ampliou em 495% o número de unidades lançadas em todo o País. O diretor de incorporação da companhia em São Paulo, Sandro Gamba, conta que a empresa decidiu antecipar lançamento do 2.º para o 1.º semestre. “Em apenas um fim de semana, vendemos 100% de um empreendimento com 500 apartamentos, com valor médio de R$ 400 mil.”

O boom do mercado ocorre não apenas nos imóveis de um e dois dormitórios voltados para a nova classe média brasileira, favorecida pela maior oferta de crédito.

Fernando Sita, diretor da Coelho da Fonseca, conta que vendeu no último fim de semana 30% de um empreendimento de alto luxo, cujo metro quadrado do imóvel custa R$ 9 mil. “Depois da crise, os investidores começaram a encarar os imóveis como um porto seguro.”

Matéria de Márcia De Chiara, de O Estado de S. Paulo

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Debate Criação do Índice de Preços de Imóveis

Governo acredita que novo índice vai monitorar o mercado, para prever e evitar eventual “bolha”, risco descartado por economistas.

Defendida pelo diretor de Normas e Organização do Sistema Financeiro do Banco Central (BC), Alexandre Tombini há, pelo menos, um ano, a criação do Índice Nacional de Preços de Imóveis ocorrerá no início de 2011, avaliam observadores. O BC pretende criar o novo índice com a função de “monitorar o mercado”, o que fará em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) ou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Ibge), conforme declarado recentemente por Tombini, durante encontro com empresários do setor.

Leia a matéria na íntegra no link: http://r7.imovelweb.com.br/web/r7/ver_artigoR7.aspx?ArtigoId=7070

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MOMENTO EXATO PARA INVESTIR

SÃO PAULO – A forte alta nos preços dos imóveis em São Paulo está impactando diretamente os aluguéis da capital. O problema principal enfrentado pelos inquilinos é a renovação dos contratos, quando as imobiliárias propõem valores até 150% mais altos do que os pagos antes do vencimento do documento. Em compensação, a rentabilidade para os locadores é das melhores dos últimos anos, segundo José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP.

VEJA TODA A MATÉRIA NO LINK: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,valor-do-aluguel-em-sp-acompanha-salto-no-preco-dos-imoveis,39228,0.htm

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